Exemplo De Pronome Obliquo
Ospronomespessoais do casooblíquosão: me, mim, te, ti, o, a, se, lhe, ele, ela, si, nos, nós, vos, vós, os, as, lhes, eles, elas. Eles são usados como objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva e adjunto adverbial.Exemplos: Não te contaram a novidade?
Para saber melhor o que épronomeoblíquo, precisamos ter em mente que dentro desta mesma classificação, temos outras vertentes: ospronomesoblíquos átonos e tônicos. No primeiro caso, as orações não são precedidas de preposição.Exemplo
Na segunda frase, esse objeto indireto nesse caso, de objeto indireto –, ele também é um pronome oblíquo. Portanto“mim” e “me”são ambos exemplos de pronomes oblíquos, já que exercem função de complemento do
Se opronomeexerce a função de complemento –pronomedo casooblíquo. Veja estesexemplos: Nós torcemos muito por eles. (nóspronomereto, pois é sujeito) (elespronomeoblíquo, pois é complemento).
Isso ocorre, principalmente, porque alguma palavra antes do verbo “puxa” opronomeoblíquopara perto dela, como palavras negativas ou outrospronomes.Exemplo: "Ela me disse que viria."
Dessa forma, os pronomes oblíquos serão divididos em: Átonos: emprego não exige preposição. Exemplo: Entreguei-lhe o relatório completo na sexta passada.
Obs.: se houver pausa o pronome vem depois do verbo. Exemplo:
Já sabemos que o pronome pessoal classificações: pronomes oblíquos átonos e pronomes oblíquos tônicos. Precisam estar acompanhados de alguma preposição para que o enunciado faça sentido. Observe nos exemplos:
Exercem a função de objeto direto ou indireto em uma oração. Os pronomes pessoais do caso oblíquo são:me, mim, comigo, te, ti contigo, se, si, consigo, o, a, lhe, ele, ela, nos, nós, convosco, vos, vós, convosco, os, as, lhes, eles, elas.
Funções sintáticas de cadapronomeoblíquoátono. Objeto direto:me, te, o, a, nos, vos, os, as.Exemplo: Respeite-me.Nota: A colocação pronominal é um aspecto significativo quando o assunto épronomeoblíquoátono .
O mesmo pode ser observado nos exemplos que se seguem. O pronome reto da segunda pessoa do singular é o “tu”. Para o caso reto as palavras serão “te, ti, contigo”. Desejo viver contigo. A terceira pessoa do singular varia em gênero, podendo ser ele ou ela. Nesse caso, os diferentes tipos de pronomes pessoais do caso oblíquo também podem acompanhar essa variação, são eles: “o, a, se, lhe, ele, ela, si”.
Desse modo, pode-se dizer que as formas mim e ti serão utilizadas quando não houver verbo no infinitivo e os pronomes eu e tu se encontrarem regidos por preposição. Veja os exemplos: Ela pediu para mim e para ti. Comprei esse perfume para mim não para ti. Não resta nada mais para mim. Pedi a pizza para ti. Os pronomes oblíquos “o”, “a”, “os” e “as” podem assumir as formas “lo”, “la”, “no”, “na”, além dos plurais.
Disse-lhe que estava insatisfeito com a decisão. Ninguém nos chamou ainda. Ainda não lhes entreguei a proposta. Ouvi-as durante duas horas. Não irei a lugar nenhum sem eles. Os pronomes pessoais oblíquos tônicos são sempre precedidos de uma preposição (para, a, de, com).
Em primeiro lugar, vamos lembrar que pronomes oblíquos átonos são aqueles que desempenham função sintática de complemento. São eles:me, te, se, o, os, a, as, lhe, lhes, nos e vos.
Os ovos de páscoa, comprá-los-ei depois da páscoa. (futuro do presente) Comprá-los-ia se eu tivesse mais dinheiro. (futuro do pretérito) Os pronomes oblíquos átonos são: me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes
Claro que existem outros exemplos que devem tomar nossa atenção e cuidado, como: Eu a vi (ao invés da versão incorreta “eu vi ela”), etc. Para saber melhor o que é pronome oblíquo, precisamos ter em mente que dentro desta mesma classificação, temos outras vertentes: os pronomes oblíquos átonos e tônicos.
Assim, numa frase como «ele nada bem», ele é sujeito e é pronome reto. Contudo, quando a mesma forma ocorre depois de preposição – «falei com ele» –, considera-se que ele é pronome oblíquo tónico1.
Todas as cartas foram entregues por nós. Dessa vez, o sujeito da oração é “todas as cartas”. O pronome “nós” exerce função de complemento e, por isso, passa a ser um pronome pessoal oblíquo.
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